terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Como será a empresa do futuro?





Como as empresas do futuro irão se organizar para adquirir competitividade? Há quem aposte que a criação de valor e o crescimento dos negócios dependerão do acesso a uma rede global de recursos para co-criar experiências singulares, com e para os clientes. Será que realmente as empresas estão preparadas para as mudanças e uso de novas tecnologias.









C.K. Prahalad e M.S. Krishnan, no livro A Nova Era da Inovação - A Inovação Focada no Relacionamento com o Cliente, Elsevier, explicam como a mudança pela qual a tecnologia da informação e a arquitetura da gestão atuam como os principais pilares de uma empresa. Os autores identificam dois desses grandes pilares que suportarão os negócios do futuro: as experiências personalizadas e co-criadas e o acesso global a recursos e talentos.




No pilar Experiências Personalizadas e Co-criadas - o foco converge para a centralidade do indivíduo. O valor decorre de experiências singulares e personalizadas dos consumidores.     As empresas precisam aprender a concentrar o foco em determinado consumidor e nas respectivas experiências, um de cada vez, mesmo que atendam a 100 milhões de consumidores.





O outro pilar - Acesso Global a Recursos e Talentos - o foco converge para o acesso aos recursos e não para a propriedade dos recursos. Nenhuma empresa é bastante grande em escopo e em tamanho para proporcionar experiências satisfatórias a um consumidor de cada vez. No entanto, todas as empresas terão acesso a recursos de ampla variedade de outras empresas, grandes e pequenas - que, no todo, constituem o ecossistema global.





Para Prahalad e Krishnan, as empresas serão suportadas por arquiteturas técnicas e sociais indispensáveis e acessíveis a todos, entretanto, o que deverá gerar o diferencial competitivo das empresas do futuro serão os seus processos internos flexíveis e resilientes e a sua capacidade analítica concentrada.









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